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HISTÓRIA DO CELTA/PRISMA

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JardelPrismaBlack

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HISTÓRIA DO CELTA/PRISMA

Mensagem por JardelPrismaBlack em Seg 13 Fev 2017, 13:47

Em 1999 já haviam rumores de um suposto projeto "Arara-Azul" que estaria sendo desenvolvido pela GM do Brasil. É raro achar uma foto de um protótipo Arara-Azul, então recriei uma com base em fotos da revista Quatro Rodas de 2000, talvez a única fonte de foto de protótipo da época.



Já em julho para agosto foram divulgadas imagens do novo carro, assim como o nome, Celta. O modelo era, na época, o único a ser produzido no Rio Grande do Sul, na cidade de Gravataí. O primeiro Celta vinha apenas com opção de duas portas e motor 1.0 herdado do Corsa lançado em 1994, que desenvolvia 60 cavalos.



Na época, a demora na entrega de carros pedidos e a falta de equipamentos, além do acabamento frágil, beirando ao desleixo, eram bastante criticados, pois na época o plano da GM é que o Celta Arara-Azul fosse o carro mais barato do Brasil, economizando muito para isso nos materiais do interior.



(Acima, o painel de um dos primeiros Celta. Na época, o ar-condicionado não era disponível e a qualidade dos plásticos era baixíssima. O quadro de instrumentos tinha mostrador de combustível digital, sem termômetro de água/óleo nem conta-giros)


No mesmo ano de lançamento (2000), a GM expôs um dos poucos conceitos montados sobre o compacto. O protótipo era um Celta Conversível azul, com o nome Spider (ou versão Roadster)



Uma das outras economias feitas pela GM foi o uso de apenas uma lâmpada de ré, no lado esquerdo.



Em 2001 o Celta ganhava um kit de personalização. Os principais concorrentes do Celta na época eram Ford Ka, VW Gol City e Fiat Palio Young.



Em 2002 foram lançadas as aguardadas quatro portas e o antigo motor 1.0 do Corsa com uma alta taxa de compressão (Very High Compression), daí o nome VHC. Com essa taxa de 12,6:1, o motor rendia 70 cavalos, 10 a mais que antes.



Em 2003 passa a ser possível equipar o Celta com motor 1.4, que gerava 85 cavalos. Este modelo ganhava o sobrenome Energy.



(Já em 2002, o painel recebia novos botões e conta-giros)

Em 2004, as versões são separadas em três pacotes: da mais básica para a mais completa, Life, Spirit e Super, esta com detalhes de acabamento próprios.



Para 2005, o Celta ganhava motor Flexpower. Também em 2005 eram flagrados os modelos renovados ainda disfarçados, e desde o ano anterior já se especulava uma versão sedan para o Celta. Com influência do Vectra brasileiro (que é o Astra europeu adaptado), o Celta de visual novo chegou em abril de 2006, trazendo também um novo interior, mas sem aumento de entre-eixos ou porta-malas.



Repare como o quadro de instrumentos (abaixo) estava mais legível e com mais informações. A buzina, que ficava na alavanca de seta, passou para o volante, e a traseira tinha duas luzes de ré.



Ainda em 2006, é lançada a versão sedan, o Prisma, que tem um nome diferente do seu "irmão" para almejar mais status.



Ele vinha com um motor 1.4 que recebia o sistema flex fuel, desenvolvendo 89 cavalos com gasolina (4 a mais que o Celta 1.4) e 97 com etanol, com a denominação Econo.Flex.
O Prisma tinha as versões de acabamento com o nome do Corsa mais novo, Joy e Maxx.

Em 2006 foi exibido o segundo e (até agora) último conceito feito sobre a base da família Celta. O Prisma Y seria um estudo de utilitário esportivo que foi bastante especulado como sendo produzido já em 2007.



O Y era diferente usando elementos da família, como as lanternas do Prisma, o formato de faróis do Celta e portas, capô e outras peças comuns aos dois irmãos.



Para 2007 o Celta perdeu a opção de motor 1.4, que nunca esteve disponível para ele no sistema flex fuel.

Em 2008 chegou-se a falar de uma possível Picape Celta (como tinham feito antes do lançamento da Montana, em 2003), mas os protótipos que rodaram eram apenas "mulas" (veículos de testes montados pelas fabricantes) do Agile Pick-up.

Neste ano, a principal novidade na família foi a adoção do motor 1.0 VHCE, adotado no começo do ano por Celta e Classic, no Prisma, melhorando seu custo-benefício.



Outra novidade foi o relançamento do kit Energy para o Celta, agora com novos itens.



O futuro da família é incerto, pois a GM do Brasil quer uma linha completamente nova dentro de alguns anos, sendo que a família Celta é ultrapassada quando o assunto é segurança, pois não é possível ter Airbags frontais nem ABS como opcionais, o que teoricamente os tiraria de linha em 2014, prazo da lei que define os itens de segurança acima como obrigatórios. Vamos ver o que a GM fará para manter o público desse carro (aliás, desses) que fizeram sucesso no País pelo motor vigoroso, economia, estilo agradável e facilidade de manter.

Fonte: http://www.autorealidade.com.br/2009/12/historia-dos-automoveis-chevrolet-celta.html


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